Malefícios do pó de giz escolar

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Você ainda utiliza quadro negro na sua sala de aula? Sabia que especialistas em alergia e imunologia associam o uso do giz escolar com diversas doenças respiratórias que acometem uma grande parte dos professores do mundo todo?

Inclusive, reações extremas ao pó de giz das lousas tradicionais são comuns em pessoas que já são alérgicas a poeira, ácaros, ou que sofrem de incômodos respiratórios naturalmente, como a rinite e a asma, por exemplo.

A reinvindicação dos professores por uma solução da questão é antiga. Não é de hoje que esses problemas de saúde foram apontados e tem o pó do giz como maior causador. Essa é uma briga muito conhecida pelos órgãos responsáveis pela educação brasileira: Professores x Pó de Giz.

 

Essa briga não acontece por acaso. Segundo consta, na composição do giz para quadro negro está presente o óxido de cálcio, elemento altamente prejudicial para as vias respiratórias e o principal vilão do sistema respiratório dos professores e alunos.

O pó de giz causa reações alérgicas diversas e pode agravar a situação em pessoas que já tem asma, bronquite, rinite, sinusite. E engana-se quem pensa que quem não tem doenças respiratórias está livre dos malefícios do giz para quadro negro. Saiba que inclusive quem não tem esse tipo de problema pode ser impactado pelo pó de giz, tendo em vista que ele também age na mucosa epidérmica.

Ou seja, além de problemas respiratórios, os professores também sofrem com problemas alérgicos na pele causado pelo pó de giz, fazendo com que muitas vezes a pele desses profissionais fique com um aspecto escamoso, descascando principalmente na região dos dedos, atingindo também as unhas em alguns casos.

Os especialistas apontam maneiras de diminuir os malefícios que o giz causa aos professores, como a utilização de panos úmidos para apagar a lousa, fazendo com que o pó não se espalhe pelo ar. Com isso, consegue reter o pó do giz, diminuindo o contato direto com o produto.

Outra dica é a higienização das mãos frequentemente, impedindo que o pó de giz fique tanto tempo em contato com a pele. Isso também evitaria que o professor levasse as mãos sujas de giz para os olhos ou a boca.

Entretanto, esses cuidados são apenas paliativos, algo como tapar o sol com a peneira, tendo em vista que o problema é bem maior. Somente a utilização do giz no momento da escrita já produziria pó de giz suficiente para causar problemas respiratórios.

Basta lembrar-se que o professor passa o dia todo numa sala de aula escrevendo com o giz. Durante esse tempo é inevitável que a garganta resseque e a irritabilidade nos olhos, pois o pó de giz é prejudicial como a poeira ou mofo, por exemplo.

Por outro lado, essa exposição dos professores ao pó de giz acaba gerando afastamento médico frequentemente. O afastamento por problemas respiratórios no Brasil só fica atrás dos afastamentos por depressão e problemas musculares / ortopédicos.

Isso acaba elevando os custos da máquina pública, que além de providenciar professores substitutos para assumir as aulas durante o afastamento do professor titular, possivelmente também vai patrocinar o tratamento da doença do professor através do SUS.

Notou que, além do mal maior, que diz respeito à saúde do professor, os malefícios do giz faz com que os cofres públicos sejam requisitados em, pelo menos, duas situações diferentes: 1 – Quando tem que providenciar o substituto do professor afastado e 2 – Quando arca com os custos do tratamento do profissional.

E não para por aí. Por enquanto estamos falando somente dos malefícios que o giz causa nos professores, porém, a quantidade de alunos que sofrem com o pó de giz que paira pelo ar de uma sala de aula também é muito grande.

Apesar de não existirem maneiras de se comprovar com precisão, especialistas afirmam que o pó de giz pode sim causar muitos danos às vias respiratórias dos alunos, além de agravar severamente as doenças já existentes. No caso de doenças na pele é mais difícil essa associação, tendo em vista que o aluno não fica com um giz em contato com a pele o tempo todo, entretanto, o pó de giz que flutua pela sala de aula pode agravar alergias pré-existentes.

É muito comum o caso de alunos que são chamados para resolver as lições diretamente no quadro negro e na sequência inicia-se uma crise de espirros. Ou irritação nos olhos, coceira na garganta.

Crises alérgicas impedem a concentração do aluno na sala de aula e, consequentemente, cria dificuldades para o aprendizado. Vez ou outra os próprios alunos preferem sair da sala de aula para respirar ar novo, sem pó de giz (na teoria), tomar água, lavar o rosto e esperar a crise alérgica se acalmar.

Outro ponto que merece ser abordado é com relação à funcionalidade do giz. Fatalmente, quem está no fundo da sala pode ter dificuldade de enxergar o conteúdo do quadro negro, por exemplo.

O traço do giz também pode ser encoberto por um fecho de luz solar e impedir a visão de quem está em um determinado ponto da sala de aula. Além de todos os problemas já citados, isso pode colaborar para o surgimento de problemas de visão aos alunos, futuramente.

Vivemos em uma era digital! O quadro negro com giz já faz parte do passado! Existe alternativa para ao quadro negro que oferece muito mais eficácia, tanto na funcionalidade quanto na questão da saúde dos profissionais da educação.

Há alguns anos atrás o quadro branco (de plástico) apareceu como alternativa para os quadros negros tradicionais. Surgiu com uma proposta que agradava em muito a maioria dos professores, pois o quadro branco se utilizava da tinta dos pincéis (canetões) para a escrita, dispensando o uso do giz e, por conseguinte, do nocivo pó de giz.

Justiça seja feita, o quadro branco realmente consegue impedir o acúmulo de pó de giz nas salas de aula, melhorando significamente o ar ao redor dos alunos e professores. Entretanto, após alguns anos, percebeu-se uma nova situação que merecia um sinal de alerta.

Já foi constatado que o aquecimento global está fora de controle e nós estamos sentindo isso na pele, com o aumento da temperatura mundial, descongelamento das geleiras, etc. Sendo assim, diversas campanhas com apelo à proteção do meio ambiente e sustentabilidade são veiculadas nos mais diversos meios de comunicação.

Uma das principais ações para diminuir o impacto à nossa camada de ozônio diz respeito ao acúmulo de lixo no planeta. Essas campanhas de conscientização batem na tecla relativa à produção de menos lixo, aconselham a preferência por materiais que com baixa deterioração, como o vidro, enfim, tudo que envolve o universo da sustentabilidade, a fim de produzir menos lixo para o mundo.

Afinal de contas, quando falamos em ‘mundo’, não existe onde ‘jogar fora’, de alguma maneira o lixo está lá, em algum lugar do planeta (a menos, claro, que possa – e seja reciclado).

Os quadros brancos se mostraram úteis na substituição do giz pelos canetões à base de tinta, entretanto, deixaram a desejar no quesito de sustentabilidade. Um quadro branco tem a vida útil de 12 a 18 meses, levando em consideração o seu uso contínuo, como acontece em salas de aulas.

Para o uso esporádico (no caso de escritórios), dura entre 3 a 4, depois começam a surgir episódios de rachaduras devido à exposição do material.

Essa estimativa de vida útil é baixa porque o plástico permite a penetração da tinta dos canetões, dificultando até mesmo no momento da apagação. Com o passar dos meses, essas tintas se acumulam tanto de maneira que dificultam a escrita e a leitura dos novos textos. Causa o famoso ‘efeito fantasmagórico’, onde o resto da última escrita continua presente no quadro, quase que transparente.

Suponha então que em uma escola o quadro branco surpreenda as expectativas e dure 24 meses (2 anos). Depois da instauração do 9º ano no Ensino Fundamental, durante toda a trajetória escolar de um aluno (Ensino Fundamental – Ensino Médio) ele vai estudar no mínimo doze anos.

Isso significa que, durante um ciclo escolar completo a escola precisaria trocar o quadro branco por seis ocasiões, isso, superando as expectativas de vida útil do quadro branco. Além do prejuízo financeiro, o impacto ambiental que isso causa ao eco sistema ligou o sinal de alerta para os quadros brancos tradicionais.

A principal saída para essa questão passou a ser um painel para escrever com canetão – para eliminar o uso do giz – porém, que não causasse impacto para o meio ambiente.

Dentre os materiais que apresentam deterioração quase nula com o decorrer do tempo é o vidro. Além de não deteriorar, o vidro ainda é integralmente reciclável. Isso significa que 10 kg de vidro, depois de reciclados, terão os mesmos 10 kg! Incrível, não?

O uso do vidro demonstra uma evolução natural da humanidade. Somos totalmente adaptáveis. Pare e pense quantos objetos que você utiliza no dia a dia que sofreram a evolução do plástico (ou madeira) para o vidro. Essa transformação não aconteceu por acaso, muitas delas foram efetuadas atendendo à bandeira da sustentabilidade levantada ao redor do mundo.

Dessa maneira, chegou-se à conclusão que o vidro seria a melhor solução para o problema dos quadros negros (e do pó de giz). Após algum tempo de pesquisa, foi desenvolvida uma espécie de painel de vidro para escrever, que consistia num quadro branco (normal) revestido por uma placa de vidro. Surgia ali a lousa de vidro.

A lousa de vidro foi eleita a melhor alternativa ao quadro negro justamente pelo uso do vidro na sua composição. O vidro exerce um papel fundamental na proteção do quadro branco, fazendo com que a tinta não infiltre no plástico, tendo em vista que é o vidro que vai receber toda a tinta da canetão.

Da mesma forma, não dificulta o apagamento. Muito pelo contrário, o vidro oferece uma experiência única ao escrever. O vidro também prolonga consideravelmente a vida útil do quadro branco, pois protege o plástico contra as ações do tempo, evitando o descarte do material no meio ambiente.

Ou seja, a lousa de vidro resolveria dois problemas de uma só vez, levantando uma bandeira branca na guerra entre Professores x Pó de Giz x Meio Ambiente. Como se não bastasse, a lousa de vidro ainda se mostrou um ótimo adorno, agregando modernidade no ambiente que fosse instalada.

Dessa perspectiva, o único empecilho para a instalação de lousas de vidros por todas as salas de aula do Brasil seria com relação ao valor, tendo em vista que a lousa de vidro teria o valor um pouco mais elevado, se comparado com os quadros brancos tradicionais.

Mas isso também já foi por água abaixo. Um estudo realizado no começo do ano por uma empresa americana (Clarus Glassboard), denominado de TCO (Custo Total de Propriedade) revelou significativa superioridade das lousas de vidros com relação ao quadro branco.

Como a própria tradução livre demonstra, o TCO analisa o valor total de um determinado objeto. É diferente do custo de aquisição, onde se considera somente o valor do objeto, sem considerar despesas com manutenção. No Custo Total de Propriedade, analisa-se o custo total do ciclo de vida útil do objeto com um longo período de tempo de propriedade, como no caso de lousas de vidro.

Por esse motivo, as lousas de vidros demostraram superioridade na relação custo x benefício. Não é difícil explicar. Se o quadro branco ganha a proteção do vidro, e se o vidro é um material que não se deteriora facilmente, isso quer dizer que lousa de vidro durará muito e muitos anos, diferente do quadro branco, que dura em média 18 meses, como já vimos!

Depois de instalada, sua lousa de vidro só vai sair da parede se infelizmente quebrar ou precisar derrubar a parede. Sendo assim, o empecilho do custo da lousa de vidro caiu, pois o valor total da lousa de vidro revelou ser bem menor no final das contas, tornando-se a queridinha do mercado.

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