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A evolução das lousas comuns até as lousas de vidro

 

Em um passado não muito distante, o quadro negro ou a lousa eram pintados diretamente na parede e possuíam uma moldura de madeira, com um depósito para o apagador. Para escrever, usava-se giz branco, já que o colorido era para professores, um luxo e um entretenimento. Em quase todas as escolas, usava-se o guarda pó, pois ao apagar a lousa, uma nuvem de poeira branca cobria as imediações do quadro e se depositava nas carteiras e roupas. Os espirros e coceiras no nariz eram inevitáveis.

 

Depois disso, veio a lousa de material sintético, que não ficava imune aos riscos e infiltrações na parede. Os desgastes em alguns pontos do quadro eram visíveis. Ali, o giz não “pegava”. Nas empresas, a situação não era muito diferente, pequenas lousas verdes eram presença frequentes nas salas de reunião e no Departamento de RH.

 

Com o tempo, veio a terceira geração de lousas: os quadros brancos em que se escrevia com markers, canetas coloridas ou como mais conhecido canetões. O maior problema destes quadros é a durabilidade e os riscos. Conforme a utilização desses quadros brancos, feitos na maioria das vezes de madeira MDF coberta com fórmica branca, eles desgastam sua superfície e criam-se áreas inúteis no quadro, as quais não se removem a tinta da caneta com facilidade e criam-se os chamados “fantasmas”, que tornam o quadro feio, com aparência de velho e muitas vezes inutilizável. Como eles não apagam perfeitamente a lousa, além disso, alguém sempre acabava por utilizar um produto mais abrasivo para a limpeza e aí, adeus de vez à sua lousa.

 

Enfim a lousa de vidro, que é a evolução e até certo ponto uma revolução, tanto no setor educacional como empresarial. Ela possui um fundo branco em sua maioria, mas pode ser colorido e também personalizado, além de permitir o uso de vários tipos de canetas. A limpeza é extremamente fácil e não há preocupação com riscos na superfície e nem o perigo de danificar permanentemente a lousa com o uso de produtos químicos na limpeza. São portanto bem mais higiênicas do que os quadros brancos e mais funcionais que as tradicionais lousas verdes, não mancham e grandes empresas no mercado oferecem garantia de 10 anos do produto, além de garantia vitalícia contra manchas, que é o caso da Multpainel.

 

Na Europa e nos Estados Unidos, a lousa de vidro é a preferida das empresas e aparece com frequência em filmes e séries. Algumas personalizam o quadro com sua logomarca e elas acabam por se transformar em uma peça de decoração. Além disso, podem ser feitas colagens em sua superfície sem ter a preocupação em danificar o quadro. Outro ponto a favor da lousa de vidro é que ela pode ser adaptada com utilização para projeções, dispensando também o famoso “telão”.

 

A versatilidade das lousas de vidro é o ponto mais forte e decisivo para mudança, elas representam com certeza uma evolução para os profissionais que utilizam quadros em seu trabalho diário, aliando beleza, modernidade, durabilidade e versatilidade.

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